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Levantar Barra Sem Hesitação, Flexão de Cotovelo

Decreto nº 14.623, de 11 de Janeiro de 1921

O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil, Levantar Barra Sem Hesitação, usando da autorização que lhe confere o art. 48, n. 1, da Constituição, resolve approvar as 1ª e 2ª partes do regulamento para os exercicios e o combate da cavallaria, que com este baixa, assignado pelo Dr. João Pandiá Calogeras, Levantar Barra Sem Hesitação, ministro de estado da Guerra.

Rio de Janeiro, Levantar Barra Sem Hesitação, 11 de janeiro de 1921, 100º da Independencia e 33º da Republica.

EPITACIO PESSÔA.
João Pandiá Calogeras.

REGULAMENTO PARA OS EXERCICIOS E O COMBATE DA CAVALLARIA

CAPITULO I
INTRODUCÇÃO

     O regulamento estabelece preceitos para a instrucção da cavallaria, formações e evoluções e os principios fundamentaes de procedimento em combate.

     O fim da instrucção é preparar a tropa para a guerra. Para isso é preciso formar soldados vigorosos disciplinados e bons conhecedores de seus deveres em campanha, bem como desenvolver entre os officiaes a penetração e o espirito de resolução, o senso tactico Flexão de Cotovelo a iniciativa, que lhes permittirão tirar das unidades que commandarem o melhor partido possivel no combate.

     A instrucção deve ser dada com methodo, Flexão de Cotovelo, indo do Flexão de Cotovelo facil para o mais difficil, sem precipitação e prestando-se toda a attenção até aos mais insignificantes pormenores.

     Tem para base a instrucção individual do homem e do cavallo, que deve ser minuciosa e cuidadosamente tratada.

     Na guerra só dá resultado o que é simples. Só se deem, portanto, ensinar formações simples, repetindo-as até que a tropa saiba executal-as com precisão e a mais completa segurança.

     Uma tropa foi instruida segundo bons principios, quando ella é capaz de fazer o que a guerra lhe exige, e quando nada tem de esquecer no campo de batalha do que aperndeu nos exercicios.

     A instrucção prepara a Levantar Barra Sem Hesitação para ser empregada como instrumento de combate; assim, tudo que não tenda a esse fim deve ser considerado inutil. E' necessario que a tropa que se instrue veja claramente a utilidade para a guerra de cada exercicio executado e dos preceitos estabelecidos.

     Na acção de armas combinadas, o exito do combate depende da cooperação de todas; por consequencia, cada uma deve esforçar-se em desenvolver e fazer brilsar suas propriedades especiaes.

     Todo commandante de tropa é responsavel pela fiel execução do regulamento, Flexão de Cotovelo, que estabelece as formações em que a cavallaria se subdivide, evoluciona e combate. Elle gosa da maior iniciativa na escolha dos meios, devendo estar exercitado em tomar disposições rapidamente, Levantar Barra Sem Hesitação, sem vacillar de accôrdo com qualquer situação particular, embora tenha de afastar-se das regras prescriptas.

     Deixando, porém, toda alatitude quanto aos meios, exige, comtudo, fiel execução da terminologia, dos commandos e dos processos da evolução, que devem ser uniformes e não podem ser modificados.

     A instrucção deve acostumar a tropa á extensão de sua missão no tempo e no espaço, obter os maiores reslutados da acção individual e procurar elevar a instrucção do corpo de officiaes acima das especialidades da arma, até aos conhecimentos militares geraes.

     O valor de uma tropa de cavallaria depende extraordinariamente da acção do commandante, cuja personalidade exerce decisiva influencia. O chefe audaz e valoroso será sempre, promptamente seguido pela tropa que commandar.

CAPITULO II
DO COMMANDO

O commando se faz:     

b)por signaes (gestos e apitos);
c)por transmissão de ordens;
d)por toques de corneta.
     
a)

Commando por vozes - As vozes de commando são empregadas em maior escala até ao esquadrão.

As vozes são: de advertencia que indica o movimento que se vae executar; e de execução que determina o cumprimento da ordem.

O tom das Levantar Barra Sem Hesitação de commando deve ser animado, distincto e de uma extensão proporcional á tropa.

As vozes de advertencia são prolongadas e devem ser pronunciadas com bastante clareza; as de execução devem ser dadas em tom grave e mais breves do que aquellas, sendo, entretanto, necessario prolongal-as um pouco para que o movimento ordenado communicando-se do homem ao cavallo, se Flexão de Cotovelo fazer com calma.

As vozes dadas sem energia produzem execução sem vigor.

Toda voz de commando deve ser precedida da indicação: esquadra, pelotão, esquadrão, etc.; na instrucção, quando se trata de unidade não constituida, empregar-se-ha a indicação - escola.

Nos exercicios a pé deve-se usar o tom breve que a infantaria emprega.

b)

Signaes - Os gestos servem para o chefe dirigir silenciosamente a tropa subordinada ao seu commando immediato.

Tanto no combate como nos exercicios, empregam-se os signaes seguintes, para os quaes o chefe póde préviamente chamar attenção por meio do apito:

Attenção - braço estendido verticalmente. Todos os outros gestos de commando devem ser precedidos deste; quando não é seguido de outro significa - sentido!

Marche - O braço meio estendido, o punho na altura do hombro, levantar e abaixar duas ou tres vezes a mão fechada, verticalmente.

O mesmo gesto serve para commandar ao trote estando ao passo, ou ao galope estando ao trote, isto é, para augmentar o andamento.

Diminuir o andamento - Da posição - attenção - baixar lenta e completamente o braço estendido, a mão rigida para baixo. O mesmo gesto empregado na marcha ao passo significa - alto.

Em frente - Descer o braço estendido até que a mão fique na altura da cabeça e na direcção desejada.

Mudar de direcção - Com o braço estendido Levantar Barra Sem Hesitação direcção da marcha (posição do caso anterior) descrever um arco correspondente á conversão que se deve fazer e indicar vivamente, no fim do movimento, a nova direcção.

Preparar para apear - Da posição - attenção - baixar inteiramente o braço com vivacidade.

A pé - Repetir o gesto anterior.

Os dous gestos podem ser feitos sem intervallo.

Meia volta - Fazer o molinete do punho, estando na posição de attenção.

Em batalha - Inclinar o braço estendido á direita e á esquerda.

Forrageadores - Estender o braço horizontalmente para a frente e agital-o varias vezes da direita para a esquerda e reciprocamente.

Unir - Descrever um circulo com o braço levantado acima da cabeça.

Fazer avançar os cavallos de mão - Elevar os braços acima dos hombros repetidas vezes.

Esses signaes serão feitos com a espada, quando estiver desembainhada.

Com o apito - O apito é empregado nos trabalhos diarios da instrucção, durante as marcas e para chamar a attenção.

Sentido - Um silvo longo.

Marche ao passo - Alto:

Um silvo longo seguido de outro breve.

Ao trote ou accelerado - Successão de grupos de tres silvos breves.

Meia volta - Tres silvos longos successivos.

Reunir - Um trinado.

c)

Transmissão de ordens - A ordem é o meio principal de commando nas grandes unidades, a única em que se póde confiar, com alguma certeza em todas as circumstancias.

As ordens verbaes ou escriptas devem ser claras, simples e precisas.

Quem receber uma ordem para transmittir deve escutal-a com a maior attenção e repetil-a á autoridade que a deu, Levantar Barra Sem Hesitação, para mostrar que foi comprehendida; não empregará andadura viva logo ao partir, afim de permittir a quem o envia chamal-o com facilidade, si Melhor jogo de borracha ganha mistér; apresentar-se-ha ao regressar dizendo dada a ordem! si não tiver que fazer outra communicação.

O portador de uma ordem não diminue o andamento ao passar por um superior, de qualquer Flexão de Cotovelo, caso isso possa prejudicar a execução, e justifica tal procedimento dizendo em voz alta: Serviço urgente!

d)

Toque de corneta - O emprego da corneta deve ser extremamente limitado e só admittido quando não possa originar algum engano, perigo que é mais temido na acção de conjunto de grandes massas.

  

CAPITULO III
RESPONSABILIDADE, DEVERES E ATTRIBUIÇÕES DE CADA POSTO

     Flexão de Cotovelo commandante do regimento é o principal responsavel pela instrucção de sua unidade.

     Assegura a execução do regulamento, deixando, comtudo, aos subordinados, o livre exercicio de suas funcções, para que sintam a responsabilidade e desenvolvam o espirito de iniciativa indispensavel na paz e na guerra.

     Os exercicios de applicação tactica, executados na carta ou no terreno, constituem grande parte da instrucção a cargo do commandante.

     O major fiscaliza, cuidadosamente, a instrucção do regimento, providenciando para que seja dada de accôrdo com os regulamentos em vigor e as ordens emanadas do coronel.

     O capital commandante, responsavel pelo preparo de sua unidade, gosa da maior iniciativa e liberdade na escolha de meios para a instrucção e educação dos commandados, cumprindo os regulamentos e os programmas approvados. Os chefes superiores só podem intervir quando notarem erros manifestos, desidia, atrazo na marcha da instrucção, ou quando observarem que a orientação seguida, se afasta das prescripções regulamentares: neste caso devem modifical-a, fundamentado o acto em boletim. A instrucção é ministrada por pelotão.

     Os subalternos são responsaveis, perante o commandante de esquadrão, pela educação moral e militar de seus commandados em todos os ramos da instrucção, Flexão de Cotovelo, bem como pelos respectivos uniformes Jogo de vetores estado dos cavallos do pelotão.

CAPITULO IV
DEFINIÇÕES (1)

     Fileira - E' a reunião de soldados ao lado uns dos outros, na mesma linha; a pé, em ordem unida, cada soldado dista 0m,25 do visinho de fileira. Este intervallo é obtido collocando a mão esquerda fechada abaixo do quadril, de modo que sinta levemente, com o cotovello dobrado, o contacto do visinho. A cavallo cada soldado occupa na fileira mais ou menos um metro.

     A formatura habitual é e duas fileiras, mas tambem se fórma em uma.

     Fila - E' o conjunto de dous ou mais soldados, um atraz do outro a 0m,80 de distancia. O soldado da frente chama-se chefe de fila. Quando por qualquer circumstancia uma tropa composta de varias fileiras, possue uma fila incompleta, esta denomina-se quebrada. Si Flexão de Cotovelo formatura é em uma fileira cada fila fica reduzida a um homem e toma o nome de fila singela.

     Alas - São as metades de uma tropa em batalha; diz-se tambem das fracções extremas embora não attinjam a metade.

     Ala interior - E' a que se a apoia em outras tropas, e nas conversões, com Levantar Barra Sem Hesitação sem mudança de formação, Levantar Barra Sem Hesitação, a que se acha mais proxima do centro da conversão; a outra é a ala exterior.

     Flanco - E' o lado direito ou esquerdo de uma tropa.

     Flanco defensivo ou Levantar Barra Sem Hesitação - E' uma tropa disposta com o fim de proteger uma ala ou um flanco.

     Flanco offensivo - E' uma tropa que se destaca para ameaçar ou atacar o flanco inimigo.

     Perfilar - E' synonimo de alinhar, Levantar Barra Sem Hesitação. Diz-se tambem que o soldado está perfilado quando correctamente na posição de sentido.

     Alinhamento - E' a collocação de varios cavalleiros ou de varias unidades na mesma linha recta.

     Batalha - Quando os elementos de uma tropa estão em linha e juxtapostos.

     Ruputura - E' a evolução pela qual se passa da batalha á columna, ou se diminue a frente de uma columna.

     Desenvolvimento - E' a evolução por que uma tropa passa de uma formação cerrada a outra estendida.

     Forrageadores - São cavalleiros destacados de sua tropa, que operam isolados ou em pequenos grupos, Flexão de Cotovelo, com uma missão determinada.

     Pelotão - Compõe (2) de quatro esquerdas commandadas por cabos e das quaes uma armada de F. M.

     Esquadrão - Compõe-se (2) de quatro pelotões de combate e o grupo do capitão.
________________

     (1) Veja o mesmo assumpto no R. S. Levantar Barra Sem Hesitação (2) Unidade de combate em effectivo de guerra.

     Regimento - Compõe-se (2) de quatro esquedrões, um pelotão de metralhadoras e o grupo do coronel.

     No Flexão de Cotovelo divisionario, um dos esquadrões geralmente destacado para representar o papel de esquadrão divisionario, propriamente dito.

TITULO I
Escola do cavalleiro a pé

CAPITULO I
GENERALIDADES

     1. Esta escola tem por fim dar ao cavalleiro postura militar, impor-lhe o habito de conservar-se attento e de obedecer promptamente, preparal-o para receber a instrucção do combate a cavallo, com a espada e com a lança, e de instruil-o no combate pelo fogo.

     Para obter progressos rapidos nesses exercicios, que constituem a base da instrucção do cavalleiro, é necessario que o ensino ministrado individualmente.

     O instructor executará pessoalmente cada movimento, explicando-o em poucas palavras, claras e precisas. Acostumará os cavalleiros a tomarem por si mesmos a posição ensinada, despertando-lhe a attenção pelo tom animado da explicação, evitando-lhes a repetição dos movimentos por meio tempo e, em tudo, procurando obter precisão, Levantar Barra Sem Hesitação só deve, entretanto, ser exigida gradativamente.

     A escola do cavalleiro a pé devide-se em quatro partes: Instrucção sem armas; Manejo de armas; Uso das armas; Instrucção para o combate a pé.

     Estes exercicios devem ser feitos concomitantemente com os previstos no regulamento especial para a educação physica, os quaes servem para desenvolver a força e a agilidade do cavalleiro, assegurando-lhe o dominio dos seus proprios movimentos.

     A nomenclatura do armamento será objecto de instrucção theorica e encontra-se nos annexos do presente regulamento.

CAPITULO II
INSTRUCÇÃO SEM ARMAS

     Sentido.

     Descançar.

     Ordinario-marche.

     Marcar passo; em frente.

     Trocar passo.

     Sem cadencia.

     Alto.

     Accelerado-marche.

     Direita (esquerda), meia volta-volver.

     2. A instrucção sem armas tem por fim preparar o cavalleiro para a correcção dos exercicios com armas, dando-lhe attitude e movimentos militares.

     3. Sentido - O solado, com a frente voltada para um ponto indicado, fica immovel e em silencio; os calcanhares unidos quanto o permitta a conformação physica do homem, as pontas dos pés voltadas para fóra, de modo que formem um angulo pouco menor que Levantar Barra Sem Hesitação recto.

     O peso do corpo fica distribuido igualmente pelos calcanhares e pontas dos pés; os joelhos ligeiramente tensos; a parte superior do corpo levantada, tornando o peito saliente, com os hombros na mesma altura e um pouco para traz, mas sem esforço; os braços naturalmente cahidos e ligeiramente curvos, com os cotovellos um pouco para frente; as mãos tocando levemente a parte superior da coxa, com os bordos das palmas e as pontas dos dedos; estes, unidos e curvos naturalmente, correspondendo o médio á costura do calção; o pescoço desembaraçado das espaduas, a cabeça erguida, o queixo ligeiramente approximado do pescoço e o olhar fixo para frente.

     4, Levantar Barra Sem Hesitação. Descançar! - A essa voz o soldado leva o pé esquerdo energicamente um pouco para a frente e conserva o outro no alinhamento, podendo, porém, trocar a posição dos pés. Fica dispensado de conservar a primitiva immobilidade.

     5. A' voz ou toque de sentido que tem por fim chamar a attenção da tropa, o soldado toma a posição do n. 3, batendo fortemente os calcanhares.

     Si fôr dada uma voz de advertencia sem que antes se tenha mandado sentido, o soldado por si mesmo tomará essa posição.

     6. Olhar á direita (esquerda) - O soldado, na posição do n. 3, volve rapidamente o rosto dirigindo o olhar para Bloco Azul (jogo de desbloqueio) lado direito (esquerdo).

     Olhar frente! O soldado retoma, por completo e vivamente, a posição do n. 3.

MARCHAS

     7. Fazem-se em passo ordinario e em passo sem cadencia.

     Ordinario-marche! - Leva-se Flexão de Cotovelo pé esquerdo para a frente, assentando-o primeiramente com o calcanhar se eleva, fazendo o peso do corpo recahir sobre o pé esquerdo, Levantar Barra Sem Hesitação.

     Leva-se, em seguida, o pé direito para a frente, collocando-o na mesma distancia e da mesma maneira que o esquerdo.

     Continua-se assim a marcha avançando em linha recta, perpendicularmente á linha dos hombros e sem cruzar as pernas; a cabeça deve se conservar levantada e os braços devem oscillar naturalmente.

     A grandeza do passo conta-se de um calcanhar a outro e a velocidade é de 114 passos por minuto, podendo ser augmentada até 120, quando fôr necessario.

     8. Marcar passo! (para desfilar) - O soldado parado ou em marcha marca a cadencia do passo, Levantar Barra Sem Hesitação, pisando no mesmo logar, sem levantar muito os joelhos e sem bater demasiadamente os pés.

     9. Em frente! - A voz de execução deve ser dada quando o pé esquerdo assenta no terreno; dá-se ainda um passo com o pé direito, rompendo depois a marcha com o pé esquerdo no passo ordinario.

     10. Trocar passo! - O soldado leva o pé que está atras ao lado do que acaba de tocar o chão, e torna a partir com este ultimo pé, Flexão de Cotovelo. Este movimento deve ser feito com vivacidade, e Levantar Barra Sem Hesitação soldado executal-o-á independente de ordem, para acertar passo com o dos camaradas.

     11. Sem cadencia! - Estando a tropa em marcha no passo ordinario, para dar-lhe maior commodidade, mandar-se-á - Sem cadencia! O soldado tomará o passo que mais convier á sua conformação e ao terreno, e marchará á vontade, sem as exigencias da cadencia, mas sem se atrazar na marcha e conservando attitude correcta.

     Para romper a marcha com esse passo, mandar-se-á - Sem cadencia-marche! e para passar desse passo ao ordinario dá-se a voz - Passo-ordinario!

     12. Alto! - No passo ordinario, a voz deve ser dada quando o pé direito assenta no terreno. O pé esquerdo vae a frente um passo e o direito une-se a elle com energia, batendo fortemente os calcanhares.

     No passo sem cadencia, á voz Alto! o homem dá mais um passo e une com energia, ao da frente, o pé que está á retaguarda.

MOVIMENTO ACCELERADOS

     13. Accelerado-marche! - A' voz de advertencia, o soldado levanta os ante-braços, encostando-os levemente ao corpo e formando com os braços angulos approximadamente rectos; as mãos fechadas sem esforço e um pouco voltadas para dentro, com o pollegar para cima.

     A' voz de execução, Levantar Barra Sem Hesitação, corre-se sem precipitação, partindo-se com o pé esquerdo, movendo-se os braços naturalmente para a frente e para traz, sem afastal-os do corpo.

     A grandeza do passo será, Levantar Barra Sem Hesitação, confórme o terreno, de 75 a 80 centimetros, e a cadencia de 170 a 180 passos por minuto.

     Si a tropa estiver marchando sem cadencia, mandar-se-á, antes da voz accelerado; passar ao passo ordinario.

     A' voz Alto! o soldado dá mais tres passos em accelerado e pára, Levantar Barra Sem Hesitação, unindo o pé que está á rectaguarda ao da frente.

     A' voz Passo ordinario! dá mais tres passos em accelerado e prosegue no passo ordinario.

     14. Marche-marche! - Os soldados correm com a maior velocidade que lhes fôr possivel, mas sem debandar; dahi passarão para o passo sem cadencia á voz - Sem cadencia! ou interromperão a marcha á voz - Alto!

VOLTAS
(A pé firme)

     15. Direita-volver - A' voz de execução se voltará para o lado indicado, de um quarto de circulo, sobre o calcanhar do pé direito e a planta do pé esquerdo e, Flexão de Cotovelo, terminada a volta, assenta-se a planta do pé direito no chão; une-se depois o pé esquerdo ao direito, Levantar Barra Sem Hesitação, batendo fortemente os calcanhares.

     Para volver á esquerda - esquerda-volver! se procederá de modo identico, mas sobre o calcanhar esquerdo e a planta do pé direito.

     16. Meia volta-volver! - A' voz de execução, volve-se pela equerda sobre o calcanhar esquerdo e a planta do pé direito, até mudar a frente para a retaguarda, e, terminada a volta, assenta-se a planta do pé esquerdo no chão, batendo fortemente os calcanhares.

     17. Oitavo a direita (esquerda) volver! Executa-se do mesmo modo que direita (esquerda)-volver! mas a volta é apenas de 45 gráos. (Em marcha)

     18. Direita (esquerda) volver! - A' voz de execução deve ser dada ao assentar em terra o pé direito (esquerdo); o pé esquerdo (direito) vae á frente do corpo um passo, e volve-se á direita (esquerda) sobre a planta do pé esquerdo (direito) proseguindo a marcha com o pé direito (esquerdo) na nova direcção.

     19. Oitavo á direita (esquerda) volver! - Executa-se segundo os mesmos principios, mas a rotação é apenas de 45 gráos.

     20. Meia volta-volver! - A voz de execução deve ser dada ao assentar o pé esquerdo; o pé direito vae a frente do corpo ainda um passo, gira-se vivamente pela esquerda sobre as plantas dos dous pés até mudar a frente para a retaguarda, e continua-se a marcha.

CAPITULO III
MANEJOS DE ARMAS

     Manejo da espada.

     Manejo do mosquetão.

     Manejo da bayoneta.

     21. O manejo d'armas comprehende os movimentos da espada e do mosquetão necessarios para o serviço a pé, assim como armar e desarmar bayoneta.

     Os movimentos do manejo da espada e do mosquetão executados com a precisão e a cadencia proprias para dar aos homens uma attitude militar, impõem-lhes o habito da prompta obediencia aos commandos. Por isso a execução correcta do manejo d'armas deve ser exigida.

     Os homens serão collocados em uma ou duas fileiras e alinhados segundo os principios prescriptos na escola do pelotão a pé.

MANEJOS DA ESPADA

     22. Sentido! (Espada embainhada) - O soldado toma a posição indicada no n. 3, tendo a espada fóra do gancho, com os copos para a esquerda, segura abaixo da braçadeira, com a mão esquerda apoiada contra a perna, o braço ligeiramente curvo, os dedos unidos, o pollegar entre a bainha e o corpo.

     A espada permanece cahida ao longo da perna, de maneira que, vista de lado, Flexão de Cotovelo, não ultrapasse o corpo. A distancia da extremidade da bainha ao sólo dependerá da estatura do homem.

     Esta posição tambem é regulamentar para os officiaes.

     23. Ao iniciar a marcha, cada soldado, á respectiva voz do commando, inclina levemente a guarnição da espada para a frente, bastando para isto apertar os dedos que se acham unidos.

     A's vozes - Sentido! Olhar á direita! (esquerda) e Alto! retoma a posição do artigo anterior.

     A tropa armada de mosquetão conserva a espada no gancho.

     A posição do art, Flexão de Cotovelo. 22 é exigida para a continencia indidual e apresentações; e as do art. 23 para passeio e marchas isoladas.

     24. Desembainhar espadas! - O soldado volta a espada com a guarnição para a frente, cerrando os dedos da mão esquerda; a mão direita vae ao punho e, segurando-o fortemente com todos os dedos, tira Levantar Barra Sem Hesitação lamina com energia para fóra da bainha. A espada é trazida immediatamente para o lado direito, na vertical, ponta para cima, o dorso da lamina apoiado ao concavo do hombro, o punho junto ao quadril e o cotovello direito, sem constrangimento, para traz e um pouco para a direita. A espada fica segura pelos dedos polegar e indicador, auxiliados pelos outros, unidos e voltados naturalmente para baixo.

     A mão esquerda prende a bainha no gancho e conserva-se ao lado esquerdo, braço ligeiramente curvo.

     Esta é a posição da espada perfilada, tomada tambem á voz do perfilar-espadas!

     Si a tropa está em duas fileiras termerá o cuidado de fazer avançar um passo a primeira fileira, antes de mandar Fábrica de rosquinhas deliciosas 25. Apresentar espadas! - A mão direita traz a espada á frente do rosto, o cotovello unido ao corpo sem constrangimento, o punho na altura do pescoço, o gume voltado para a esquerda, a ponta para cima e a Levantar Barra Sem Hesitação na vertical.

     26, Flexão de Cotovelo. Os officiaes apresentam espadas em tres tempos:

     1º tempo - Posição do n. Flexão de Cotovelo 2º tempo - Estende-se, em energia, o braço acima da cabeça;

     3º tempo - Deixa-se o braço cahir ao lado direito, com ás unhas para a frente, dedo pollegar ao longo do punho, os outros dedos unidos e cerrados, a ponta da espada para baixo e em frente á direita, Levantar Barra Sem Hesitação tocar o sólo.

     A lamina deve ficar no jogo de luta samurai Levantar Barra Sem Hesitação braço.

     27. Embainhar espadas! - A mão direita, cerrando os dedos, leva a espada verticalmente á frente, ponta para cima e o ante-braço na horizontal; a mão esquerda tira a bainha do gancho, e, cerrando por sua vez os dedos, inclina-a com o bocal para a frente. Volta-se rapidamente a ponta da espada na direcção do dito boccal, levantando a mão direita quanto fôr necessario e, dirigindo os olhos para a bainha, introduz-se nella energicamente ao lado direito e o soldado toma a posição do n. 22.

     28. Descançar espadas! - A mão direita destaca a espada verticalmente, a 10 centimetros do hombro e ao mesmo tempo esquerdo segura a lamina logo acima da guarnição.

     A mão direita, com as costas para a frente, segura os copos. A mão esquerda volta promptamente ao lado, e entendendo-se o braço direito, leva-se a lamina á vertical com o dorso junto á axilla direita. E' a posição normal Jogos de luta de personalidade marcha.

     A sentinella, quando armada de espada, poderá mantel-a na posição de descançar. A' aproximação de um official toma a posição de sentido, fazendo a continencia de accôrdo com o respectivo regulamento.

MANEJO DO MOSQUETÃO

     29. Sentido! - O mosquetão na vertical, com a bandoleira para a frente, a soleira no chão, junto ao pé direito pelo lado. de fóra, com o bico na altura da ponte, do pé, o braço direito estendido de modo que os cotovellos fiquem na mesma altura, a mão direita segura a arma entre o pollegar, por traz do cano, Flexão de Cotovelo, e os outros dedos ligeiramente curvos e unidos, ficando o index e o médio contra a bandoleira.

     Essa é a posição inicial, Flexão de Cotovelo, isto é, a posição em que o soldado colloca a arma; quando entra em fórma.

     A' voz de descançar! a arma conserva-se na mesma posição.

     30. A joelhar! - O soldado gira sobre a planta do pé direito, ao mesmo tempo que colloca o pé esquerdo cerca de um passo adeante do direito e põe o joelho direito em terra.

     A arma é levada perpendicularmente para a frente e para a direita do joelho direito, mantida pela mão direita na telha, proximo á alça de mira. A mão esquerda Flexão de Cotovelo apoiada sobre o joelho esquerdo.

     31. Levantar! - O soldado levanta-se vivamente apoiando a mão esquerda no joelho e perfila-se unindo o pé direito ao esquerdo e trazendo a arma á posição de sentido.

     32. Deitar! - O soldado ajoelha (n. 30), passando ao mesmo tempo a arma para a mão esquerda, que a segura pelo seu centro de gravidade, com o cano um pouco levantado, inclinando o corpo para Flexão de Cotovelo. Estende então o braço direito com a palma da mão proxima ao sólo e, inclinando para a direita e para baixo o joelho esquerdo, deita - se para deante. Os pontos de apoio successivos do corpo são: joelho esrquerdo, mão direita e cotovello esquerdo. Esses movimentos são executados sem interrupção. A arma descança no ante-braço esquerdo pela haste da coronha, entre as braçadeiras superior e inferior, com o cano voltado para a esquerda, segura pela Levantar Barra Sem Hesitação direita na altura da telha: o corpo apoia-se nos ante-braços e fica um pouco levantado e o olhar dirigido para a frente.

     33. Levantar! - Pega-se o mosquetão com a mão esquerda, com a bocca do cano um pouco levantada; dispõe-se o peso do corpo de modo que utilise a mão direita, apoiada no terreno, encolhendo a perna direita, e approximando-a o mais possivel do corpo, sem levantar o busto acima do sólo.

     Auxiliado pela mão direita, o soldado levanta-se vivamente, colloca o pé esquerdo na frente, Flexão de Cotovelo, unindo-lhe o direito, ao mesmo tempo, a mão direita toma a arma e descança-a junto áppontta do pé direito.

     Depois de ajoelhados ou deitados, os soldados só se poderão mover á voz - á vontade! Não poderão conversar nem fumar e, quando deitados, erguer o busto.

     34. Hombro arma! - O soldado com a mão direita ergue o mosquetão e o conduz verticalmente ao lado esquerdo, com o cano voltado para a direita; apoia a soleira na palma da mão esquerda, Flexão de Cotovelo, com polIegar por cima do talão, unindo a arma á articulação do berço esquerdo, que fica estendido, com as costas da mão voltadas para a frente.

     Retirada a mão direita, que volta á posição do n. 3, passando junto á tunica; gira o cano do mosquetão para cima, Levantar Barra Sem Hesitação, ao mesmo tempo que ergue a mão esquerda, approximando-a do corpo, até que o braço esquerdo forme com o ante-braço uma abertura pouco maior que o angulo recto; o cotovello fica unido ao corpo e no plano das costas; a arma inclinada, no hombro, perpendicularmente á linha das espaduas.

     35. Apresentar armas! (Estando em hombro-arma!). A mão esquerda leva a arma á frente do corpo, voltando-se para a direita, ao mesmo tempo que a mão direita vae empunhal-a pelo delgado, com o pollegar voltado para o corpo.

     A mão esquerda abandonando a soleira do coice, vae segurar a arma na altura da alça de mira e por cima da bandoleira, de modo que a extremidade do pollegar, estendido ao longo do fuste toque a parte superior da alça, ao mesmo tempo que a direita voIta o cano da arma para o corpo, cobrindo a linha de botões da tunica.

     A direita segura o delgado com o dedo pollegar por detraz e os outros unidos pela frente e por baixo da bandoleira.

     O braço esquerdo fica ligeiramente afastado e o ante braço na horizontal, com o pulso unido ao corpo; o braço direito ligeiramente estendido e só levemente unido ao corpo.

     36. Hombro arma! - O soldado com as duas mãos gira o mosquetão, voltando o cano para a direita.

     A mão direita o conduz ao lado esquerdo, unindo-o á articulação do hombro; ao mesmo tempo que a esquerda, deixando a posição em que estava, vae receber a soleira na palma, como no n. 34, procedendo - se em seguida como ahi está estabelecido.

     37. Descançar arma! - A mão esquerda, girando o cano para a direita conduz a arma para baixo, distendendo completamente o braço; ao mesmo tempo, a mão direita vae segural-a na altura do hombro, o cotovelIo ligeiramente voItado para, baixo.

     A mão esquerda abandona a coronha e a mão direita traz a arma verticalmente, para a direita junto ao corpo, girando - a um pouco para a direita e afastando a bocca do cano para esse lado: quando a altura do homem exigir, deixa-se escorregar a arma para baixo. O dedo pollegar fica por detraz do cano ou da telha, o braço esquerdo na posição de sentido.

     O soldado colIoca rapidamente o bico da coronha na, altura da ponta do pé e une a arma ao corpo.

     38. Apresentar arma! - O soldado com a mão direita suspende a arma verticalmente até que a braçadeira inferior fique na altura de hombro direito vindo com a esquerda segural-a por cima da bandoleira, de modo que a extremidade do pollegar, Levantar Barra Sem Hesitação, estendido ao longo do fuste, toque a parte superior da alça.

     A. mão esquerda leva com energia a arma verticalmente para a frente do corpo, cobrindo a linha de botões da tunica, Levantar Barra Sem Hesitação, ao mesmo tempo que a mão direita vae segurar o delgado, por baixo da bandoleira, com Levantar Barra Sem Hesitação pollegar por detraz e os outros dedos unidos pela frente. O mais como no n. 35.

     39. Descançar arma! - Com Flexão de Cotovelo mão asquerda o soldado traz a arma verticalmente para junto do hombro direito, ao mesmo tempo que Acidente de carro 3D mão direita, abandonando o delgado, vem segural-a na altura desse hombro, ficando na posição da primeira parte de apresentar arma!

     As duas mãos descem a arma ao longo do corpo até a terceira phase do n. 37, a mão esquerda volta á posição de sentido, procedendo-se no mais como nesse artigo.

     40, Flexão de Cotovelo. Em bandoleira arma! - A voz é dada na posição de descançar, ou durante a marcha sem cadencia. O soldado dá a extensão necessaria Levantar Barra Sem Hesitação bandoleira e, segurando-a, em seguida, Flexão de Cotovelo, com a, mão esquerda, enfia o braço direito entre ella e a arma, ficando esta no hombro direito, mantida verticalmente pela mão direita, que segura a bandoleira na altura do peito.

     Para descansar a arma o soldado com a mão esquerda segura a bandoleira, emquanto retira o braço direito da posição em que estava, e vae com a mão direita pegar a arma por cima da alça de mira, conduzindo-a á posição inicial; a mão esquerda volta ao seu logar.

     41. Tiracollo arma! - A execução do movimento na posição de descançar ou na marcha verifica-se sem cadencia. O soldado alonga a bandoleira e, segurando-a com a mão direita, faz passar entre ella e a arma o braço esquerdo e a cabeça, de modo que a descance contra as costas, com o cano para a direita e a coronha para a esquerda.

     Para descançar a arma o soldado com um movimento de hombros atira-a para a frente, segurando-a com a mão direita e desembaraçando successivamente o braço esquerdo e a cabeça. Encurta Flexão de Cotovelo bandoleira.

     42. Póde-se tambem mandar alongar bandoleira e encurtar bandoleira antes e depois destes ultimos movimentes.

     43. Em todo o manejo do mosquetão é prohibido bater com a mão na arma, Flexão de Cotovelo, assim como bater com força a soleira no solo. Só se exige rigorosa precisão e uniformidade nos manejos dos xmasjong. 34, 35, 36; 37, 38 e 39. Ahi sómente os braços e as mãos entram em ação; a parte superior do corpo fica perfilada e immovel.

     Os soldados devem ser Pocoyo Run & Fun Cartoon Jump nas marchas e voltas, tanto armados com a espada, como com o mosquetão.

     Na marcha, Levantar Barra Sem Hesitação hombro-arma, o cotovello esquerdo apoia-se Ievemente ao corpo e o braço direito oscilla sem constrangimento.

     - Sempre que a arma estiver descançada, a voz de advertencia para as voltas Flexão de Cotovelo pé firme, pequenos deslocamentos para a frente, retaguarda ou lados, o soIdado suspenderá a arma sem voz especial para isso, curvando um pouco o braço direito, assim como descançará de novo a arma, uma vez terminada a volta ou o deslocamento

     - Nas marchas, tanto em ordem unida como aberta, á voz - alto! - os soldados descançarão as armas independentemente de outra voz.

     44. Accelerando-marche! A voz accelerado os homens suspendem armas. A' voz marche! procedem como no n. 13, conservando, porém, os braços immoveis.

     Quando se manda alto! ou passo ordinario! melhores sites de cassino ao vivo a, arma, no primeiro caso, ou faz-se bombro armas, no segundo.

     45. Marche-marche! - Nos movimentos de carreira tomados a esta voz, os homens carregam as armas suspensas pela mão direita.

     Quando se quizer que a tropa em marcha ajoelhe ou deite, supprime-se a voz - alto! - mandando-se simplesmente ajoelhar! ou deitar!

     Do mesmo modo, estando a tropa ajoelhado ou deitada e querendo-se que ella entre, rapidamente em marcha, mandar-se-ha sem, cadencia (ordinario) marche! Flexão de Cotovelo marche! ou ainda marehe-marche! No primeiro caso os homens levantam-se e correm, conduzindo, Flexão de Cotovelo, a arma como lhe fôr mais facil.

MANEJO DA BAYONETA

     46. Pode-se armar bayoneta estando a arma em qualquer posição e durante a marcha, á voz de commando ou toque respectivo, mas sempre á vontade ou marchando será cadencia. Logo que a bayoneta estiver armada, a arma voltará á posição primtiva.

     47. Armar beyoneta! - Com a arma descançada, o homem de pé ou de joelhos, a não esquerda segura o punho do sabre, tira-o da bainha e colloca-o na presilha; calca depois fortemente a bayoneta no encaixe, até ouvir funccionar a mola do retém.

     Partindo da posição - hombro-armas ou em marcha - o soldado procede primeiro corno em - descançar-arma - e em seguida, arma, a bayoneta.

     Deitado, o soldado Futebol de retorno de chute de Ted Ginn a bayoneta como lhe for mais commodo

     48. Desarmar bayoneta! - O movimento executa-se em geral partindo da posição de descangar; a mão esquerda segura a arma na altura da braçadeira superior e com o Levantar Barra Sem Hesitação pollegar comprime o botão da mola do retém. A mão direita tira. o sabre e mete-o na bainha, para onde o soldado olha. Devei-se exerditar os soldados em fazer com a bayoneta armada todo o manejo dos ns. 29 a 39,

CAPITULO IV
USO DAS ARMAS

     Lança.

     Espada.

     Pistola.

     Mosquetão; bayoneta; granada; bocca. VB.

     Fuzil-metralhador. (*)

     49, Levantar Barra Sem Hesitação. A lança e a espada só se usam a cavallo Os exercicios a pé teem por fim simplesmente preparar os cavalleiros para o combate a cavallo. Servem para adestral-os no mecanismo dos ataques, desenvolver-lhes o vigor e mantel-os com o treinamento indispensavel.

     E' necessario que pela maneira de conduzir taes exercicios, elles tomem desde Levantar Barra Sem Hesitação primeiro dia um caracter offensivo e energico. A violencia. do ataque assegura o successo tanto no combate, individual, como na carga.

     Para o manejo da espada e da lança, os cavalleiros serão dispostos de preferencia cm duas fileiras, a, seis metros de distancia e voltados frente a frente. Esta disposição permitte ao instructor ver melhor a execução dos movimentos; além disso dá a cada, cavalleiro a facilidade de tomar como adversario um cavalleiro da fileira opposta.
_________________

     (*) O emprego das metralhadoras constitue objecto do um regulamento especial.

     Para tomar esta formação, o instructor, depois de levar a primeira fileira a seis metros da segunda e ordenar-Ihe meia volta, commanda para cada fileira: «De tal e tal cavalleiro, a tantos metros de intervallo». Os cavalleiros tomam o mais rapidamente possivel o intervallo indicado e voltam á frente.

     O intervallo necessario ao manejo da lança é de seis metros; de quatro para a espada.

     - Os exercicios de uso das armas de fogo e da bayoneta dão ao cavalleiro toda a instrucção necessaria para combater a pé. A importancia preponderante, tomada por este modo de actuar, exige que o cavalleiro seja nelle instruido e treinado cuidadosamente.

     - Os exercicios de uso das armas começam desde os primeiros dias da chegada dos recrutas, e são praticados diariamente.

     - E, necessario que os instructores sejam adestrados no ensino destas armas. O exemplo é a melhor explicação.

     - E' preciso habituar os cavalleiros a utilizar a lança e a espada com o mosquetão a tiracollo.

LANÇA

     50. A lança é uma arma essencialmente offensiva.

     Os exercicios devem ser conduzidos progressivamente, nas repetidos todos os dias, afim de que os cavalleiros adquiram a força e a agilidade indispensaveis.

     No começo dividem-se os cavalleiros em escolas de 10 a 12 homens para que os erros sejam mais perceptiveis.

     - Para marchar com a lança, o cavalleiro apoia a haste no hombro direito, segura-a com a mão direita abaixo do centro de gravidade, a ponta para cima e para traz.

     - Esta posição não se modifica quando fôr commandado - A vontade, Olhar á direita (esquerda). Ao fazer porém, alto a tropa toma a posição de perfilar-lanças.

     Os exercicios de marchas e voltas prescriptas na instrucção sem armas não devem ser feitos com a lança.

     51. Perfilar lanças - O cavalleiro, na posição de sentido, colloca a lança na vertical ao lado direito, com o conto apoiado no sólo junto ao pé direito, o segura-a sem esforço com a mão direita cabida naturalmente. O braço fica ligeiramente curvo, de maneira que o pellegar se conserve entre a lança e o corpo, e Flexão de Cotovelo outros dedos estendidos de lado de fóra.

     As duas mãos na mesma altura, como na posição sem armas.

     Esta é a posição da escola a pé guando passada em revista.

     A' voz - descançar, a lança permanece na mesma posição.

     52. Para os exercicio de uso da lança os cavalleiros são dispostos em uma ou duas fileira com intervallos e distancias que lhe permittam a independencia de movimentos.

     (Veja n. 49.)

     53. Os exercicios com a lança são feitos como a cavallo: a mão esquerda mantem-se fechada na altura da cintura como si tivesse as redeas, e a direita eleva-se, em todos os movimentos que o exijam, o sufficiente para simular a passagem da lança por cima da cabeça do cavallo.

     Segurando a lança, a mão póde tomar duas posições differentes:

     1ª, posição directa, quando o indicador e o pollegar ficam dirigidos para a ponta e o dedo minimo para o conto Esta posição póde ser tomada, com unhas abaixo, ou com unhas acima;

     2ª posição inversa, quando o indicador e o pollegar se acham voltados mexer o conto e o dedo minimo para a ponta da lança.

     A mudança de posição da mão é feita girando a lança em torno do punho e predendo-a firmemente entre o braço a corpo.

     54, Flexão de Cotovelo. Em guarda! - A mão direita empunha a lança na posição directa, unhas acima, Levantar Barra Sem Hesitação, pelo centro de gravidade, Flexão de Cotovelo, baixando a ponta até a horizontal, Flexão de Cotovelo, emquanto o pé direito se afasta do esquerdo um passo para a direita.

     A parte posterior da lança fica unida ao braço direito, Levantar Barra Sem Hesitação pouco acima, do cotovello, Levantar Barra Sem Hesitação, e presa entre o braço e o corpo.

     O tronco conserva-se vertical com o peso distribuido gelas duas pernas distendidas.

     O instructor prestará attenção para que a posição horizontal da lança seja mantida, sendo maior erro levantar a ponta da lança do que abaixal-a.

     Nos exercicios contra alvos, no combate individual, o posição de guarda O tomada sempre na direcção do objectivo, para onde deve olhar o lanceiro.

     55. Perfilar lança! - O cavalleiro une o pé direito ao esquerdo e toma a posição do n. 51.

GOLPES

     56. O lanceiro carrega a fundo, lanceando directamente o adversario. Os lançaços devem ser dados com vigor. O lanceiro alonga vivamente o braço, segurando fortemente a arma com a mão. Imprime-lhe toda impulsão possivel, tendo o cuidado de avançar com a espadua e não deter a arma sinão depois do braço estendido em todo o comprimento.

     Os lançaços são dirigidos de preferencia para a cintura e para a ilharga do adversario.

     Executado o golpe, a lança deve ser immediatamente desembaraçada, voltando o lanceiro á posição de guarda, com a mesma energia.

     A guarda é a posição de partida dos golpes que se seguem. Estes são executados olhando sempre na direcção do alvo.

     57. Em frente, á direita (esquerda) lancear! -

     A' voz - em frente á direita (esquerda) dar á ponta da lança a direcção indicada, voltando as unhas para baixo, Flexão de Cotovelo. A' voz - Lancear:

     1) impellir com força a lança para frente direita (esquerda), distendendo o braço em todo seu comprimento e girando as unhas para cima. Inclinar o busto na mesma direcção a perna direita (esquerda) curvada, joelho deste lado avançado, emquanto o outro distendido;

     2) retirar vivamente o corpo e a lança e retomar a guarda.

     O movimento de rotação da mão, que assegura a precisão do ataque, será objecto de attenção especial do instructor.

     58. A' direita (esquerda) lancear! - A.' voz á direita (esquerda) - dar á ponta da lança a direcção indicada, Levantar Barra Sem Hesitação, com as unhas para baixo, torcendo o tronco para esta direcção para onde ficará voltada a ponta do pé direito (esquerdo).

     A' voz lancear, executar o golpe conforme o numero anterior.

     59. A' rectaguarda, á direita, lancear! - A' voz - á retaguarda, á direita - dar á ponta da CodyCross Circus Group 91 Quebra-cabeça 5 respostas a direcção indicada, mudando a posição da mão (posição inversa).

     A' voz -- lancear:

     1) desferir o golpe mantendo a haste debaixo do braço durante a primeira parte do movimento, estendendo o braço em todo o seu comprimento e recuando o hombro direito;

     2) puxar a lança para a frente e fazer a pontaria descrever uma semi-circumferencia, o conto passando junto á perna direita; mudar a posição da mão (posição directa) e retomar a guarda.

     60. A' retaguarda, á esquerda - passar a ponta da lança para a esquerda e dar-lhe a direcção indicada, segurando-a com o indicador e o pollegar da mão esquerda; alongar o braço direito, de modo que esta mão agarre a lança na posição directa pelo meio da parte posterior arremessar curva do braço deste lado, para onde fica torcido o alto do a lança, por um movimento do indicador esquerdo para que corpo.

     A' voz - lancear:

     1) desferir o golpe, fazendo arma deslizar pelo braço esquerdo no começo do movimento, vindo apoiar-se pelo conto contra o dito braçco;

     2) retirar novamente a lança e retomar a guarda.

     E' indispensavel que a lança se apoie contra o braço esquerdo para assegurar a presição do golpe.

     61. Em terra, á direita, Levantar Barra Sem Hesitação, lancear! - A' voz Blockscapes - Quebra-cabeça de blocos em terra, á direita- mudar a posição da mão (posição inversa) e dar á ponta da lança a direcção indicada; elevar a mão direita á altura da face.

     A' voz - lancear:

     1) estender o braço verticalmente para cirna e executar o golpe com energia impulso da mão direita para baixo, descendo-a quanto fór necessario para attingir o alvo e, si preciso, inclinando o corpo para a frente;

     2) retirar vivamente a arma, elevando Salão Glam Princess mão direita a retomar a guarda.

     62. Pancada com o conto á direita (retaguarda, esquerda, em terra á direita) Arma! - O golpe é dado segundo os mesmos principios dos golpes de ponta, Flexão de Cotovelo, mas sem mudar a posição da mão.

     O lanceiro dirige o conto da lança para a cabeça ou peito do adversario, ou para a cabeça do seu cavallo.

     63. Pancada com a hasta, arma! A' voz -- pancada com a haste -- tomar a posição preparatoria apoiando a parte anterior da lança contra o hombro esquerdo (pancada á direita), ou a parte posterior conta o homoptata esquerdo (pancada á esquerda).

     A' voz -- arma.

     1) desferir o golpe com força auxiliado por impulso do corpo;

     2) voltar á guarda.

     Póde-se dar mais vigor á pancada com a lança á esquerda, levando a sua ponta para a direita, na posição prehaste apoiada de encontro ás costas. O golpe será desferido paratoria, Flexão de Cotovelo, destacando o braço do corpo, a parte posterior da vigorosamente da direita para a esquerda, levando o braço estendido vivamente na direcção do hombro esquerdo e deixando ao movimento toda a sua amplitude, para que a ponta da lança rode para traz até á altura do homoplata direito. A lança é trazida, por movimentos inversos, novamente á posição preparatoria e dahi á de guardar.

     A pancada com a lança á excepcional, mas constitue para o lanceiro a única maneira de utilizar sua arma quando muito proximo do adversario. Ella deve ser dirigida para o rosto ou clavicula do adversario, ou para a cabeça do seu cavallo.

     Nos exercicio não se deve dar pancadas com a haste contra objectivos.

     64. Os exercicios de uso de lança podem ser complicados combinando-se golpes 2 a 2. Aas combinações resultantes recebem o nome de golpes duplos. Ficará ao alvitro do instructor escolher as combinações mais efficazes.

     Os golpes acima são empregados sómente no combate individual, Flexão de Cotovelo. Na Flexão de Cotovelo, o lanceiro limita-se a conservar a arma na direcção do adversario, segurando-a com vigor em baixo do braço.

EXERCICIOS CONTRA ALVOS

     65. Estes exercicios devem ser conduzidos parallelamente ao exercicios sem alvo.

     Elles teem fim habituar o cavalleiro a tomar sem hesitação a posição preparatoria para os golpes, a lancear energicamente o ponto designado ou escolhido, visando por cima da ponta da lança, e a retiral-a desembaraçando-a quando tenha penetrado no objectivo.

     Os movimentos são ensinados a pé firme e executados o mais cedo possivel em marcha. O instructor modificará frequentemente a fórma, as dimensões Levantar Barra Sem Hesitação a resistencia dos objectivos.(Vide annexos.)

     Ensinará ao cavalleiro que depois de um lançaço á direita, que tenha penetrado no objectivo, é preciso voltar o corpo para este lado, apoiando a parte posterior da lança nas costas e contra os rins, cedendo, si preciso, um pouco a mão, afim de poder desembaraçar a arma. Nos golpes á esquerda, elle deverá levantar rapidamente a lança depois de Ter tocado o alvo.

EXERCICIO DE DESTREZA
(Molinetes)

     66. No intuito de desenvolver a destreza dos lanceiros, devem fazer-se, além dos golpes, os exercicios chamados molinetes.

     Chamam-se molinetes, em exercicio de lança, os movimentos em que a ponta da arma descreve circumferencias.

     São quatro os molinetes admittidos:

     Molinete horizontal;

     Molinete vertical;

     Molinete lateral á direita (esquerda);

     Molinete em roda.

     Os molinetes, por isso que são gymnastica de destreza, devem, como os golpes, ser executados tanto com a mão direita como a esquerda.

     67. A posição de partida para os molinetes é a guarda. Enunciado o molinete, Levantar Barra Sem Hesitação, o lanceiro toma a posições preparatoria, começando o molinete á voz - começar! O molinete Jogo de Lula á voz - Em guarda! tendo os lanceiros o cuidado de completar previamente os movimentos.

     A lança passará á mão esquerda á voz - Lanças na mão esquerda!

     68. Molinete horizontal - 1) levar a parte posterior da lança até as Gol legal! - jogo de futebol por uma rotação conveniente, a ponta ficando dirigida para a direita (posição preparatoria);

     2) por um impulso da mão direita ajudado por ligeiro golpe de rins, rodar a lança, sempre segura por essa mão, por cima da cabeça, Levantar Barra Sem Hesitação, e leval-a, ao lado esquerdo, apoiando-a de encontro ao braço, com a ponta o mais possivel para a esquerda. Nesta passagem o braço direito deve ser energicamente estendido acima da cabeça;

     3) sem fazer uma, grande parada, inverter o sentido dos movimentos, rodando a lança novamente por cima da cabeça e trazendo-a ao lado direito com impulso, de modo que sua parte Flexão de Cotovelo encoste nas costas como em 1.

     69. Molinete vertical - 1) estender o braço horizontalmente para a frente as unhas voltados para a esquerda e um pouco para baixo, de sorte que a lança venha á frente do corpo, um pouco inclinada para a esquerda com a ponta para cima e o conto ligeiramente para a Levantar Barra Sem Hesitação posição preparatoria);

     2) baixar Círculo de madeira no qual o tecido é esticado durante o bordado ponta da lança para a frente e descrever com ella uma circumferencia ao lido esquerdo, emquanto o conto, pelo movimento correspondente, descreve um arco de circumferencia ao lado direito e para a rectaguarda, vindo passar para a esquerda. A lança tom então, deste lado, posição analoga a anterior sendo a inclinação agora á direita;

     3) continuando o molinetc, Levantar Barra Sem Hesitação, baixar a ponta da lança para a frente, a qual descreve agora uma circumferencia ao lado direito; o conto virando pelo lado esquerdo no mesmo sentido, passa por cima e a lanaç sem á posição 1.

     O braço deve ser conservado, quanto possivel estendido á frente de corpo.

     70, Levantar Barra Sem Hesitação. Molinete lateral á direita (esquenta) - 1) estender o braço direito (esquerdo) com a lança segura na posição directa, horizontalmente á direita (esquerda), as unhas voltadas para a frente e um pouco para cima, de sorte que a lança tenha uma pequena inclinação para traz (posição preparatoria);

     2) imprimir á lonça uma rotação, de modo que a ponta descreva uma circumferencia de cima para baixo, passando pela frente; virar a mão, abandonando momentaneamente a lança cada vez que uma nova circumferencia vae começar, para poder dar impulso para novo giro. O braço deve ser mantido em extensão.

     71. Molinete em roda - 1) fazer a lança escorregar para a frente e segural-a pelo meio da parte posterior, prendendo conto debaixo do braço (posição preparatoria);

     2) dar-lhe uma rotação para a esquerda, fazendo-a rodar por cima da cabeça, além da qual se eleva o braço; virar a mão cada vez que uma circumferencia vae começar, para dar nova impulsão, mantendo o braço um pouco curvo.

     Para terminar o molinete, deixar a haste cahir sobre o ante-braço esquerdo, pela parte anterior.

     Este molinete tambem deve ser feito sem virar a mão, o que exige mais força.

EXERCICIO DE PREPARAÇÃO PARA O COMBATE

     72. Independentemente da habilidade equestre, o desembaraço com que o lanceiro passa de um galope a outro, por movimentos rapidos e seguros, tem a maior influencia no resultado do combate. Esta faculdade de manejar a arma de uma maneira instinctiva deve ser desenvolvida com o maior cuidado.

     - O instructor mostrará primeiramente ao lanceiro que a segurança do ataque depende da posição preparatoria. Ensinar-lhe-ha, em seguida, a passar de uma a outra por movimentos simples que exijam o menor dispendio de força. Segundo as circumstancias, fazem-se mudanças de posição de mão e movimentos de molinetes, auxiliando-os com o apoio do antebraço esquerdo.

     Os ataques serão sempre levados a fundo.

     O regulamento não cogita de pormenorizar os numerosos processos que se podem empregar; a experiencia os mostrará aos instructores, Levantar Barra Sem Hesitação, que despertarão a iniciativa nos cavalleiros, ensinando-lhes a descobril-os por si mesmo. Os exercicios diarios levarão os cavalleiros a applical-os instinctivamente.

     73. Estes exercicios são repetidos contra alvos, Levantar Barra Sem Hesitação. O instructor manda figurar os adversarios, rodeando o Ianceiro de objectivos, contra os quaes prescreve atirar effectivamente golpes determinados.

     Póde, enfim, Flexão de Cotovelo, dispôr em torno do lanceiro, munido de uma lança emolada, certo numero de cavalleiros que simulam ataques.

     Estes exercicios só devem ser realizados por cavalleiros que tenham mais de um anno de serviço.

     A ordem e a successão dos mesmos são regulados pelo instructor, de maneira que as difficuldades augmentem progressivamente e os tornem uma escola de presença de espirito e de decisão.

     A medida que progressos sejam conseguidos, repetir-se-hão estes exercicios em cavallos de pau, e depois em cavallos vivos, muito calmos.

ESPADA

     74. Para os exercicios do uso da espada os cavalleiros tomam a mesma disposição do n. 49. O intervallo para o emprego da espada é de quatro metros.

     Podem-se collocar os cavalleiros em duas fileiras, uma em frente da outra, de sorte que elles formem pares para exercicios.

     75. Em guarda! (Partindo da posição - perfilar espadas) - A mão direita, cerrando os dedos e com o pollegar estendido ao longo do punho, leva os copos da espada para a frente, com as unhas para baixo, Levantar Barra Sem Hesitação, o gume para a direita, o cotovello um pouco afastado do corpo, a ponta da espada na direcção do hombro direito do adversario e a lamina no prolongamento do ante-braço. O pé direito afasta-se um passo para a direita e na mesma linha do esquerdo e as pernas ficam estendidas. A mão esquerda á frente do corpo, na posição de segurar as rédeas.

     Desfaz-se esta posição á voz - Perfilar-espadas! - ou Embainhar-espadas!

     76. O cavalleiro que ataca procura aproximar-se do inimigo de frente para a direita, pondo-se em guarda como prescreve o numero anterior. A guarda modifica-se, porém segundo as direições em que se apresenta o adversario; devendo o cavalleiro, em todos os casos, Levantar Barra Sem Hesitação prompto para o ataque, e coberto.

     O instructor explicará estas posições collocando-se na situação do adversario.

     O cavalleiro deve ser exercitado no colIocar-se promptamente em condições de ataque, partindo de uma posição qualquer. Si tem a espada embainhada, elle a desembainhará, tomando immediatamente, a posição de guarda.

GOLPES

     Os golpes dividem-se: em golpes perfurantes ou pontas e golpes cortantes ou simplesmente golpes.

     - Em regra, todos os ataques se fazem por meio de pontas. Os golpes só devem ser empregados quando o espaço entre os dous adversarios não permitte o emprego da ponta.

     A ponta deve ser levada Levantar Barra Sem Hesitação effeito vivamente e a fundo, acompanhando o movimento do braço com o alto do corpo e avançando o hombro direito afim de dar o maior alcance possivel.

     Dirige-se a ponta para o peito ou flanco do adversario: para o ventre, pescoço ou axilla.

     Os golpes são desferidos alongando o braço em todo seu comprimento e imprimindo a maxima impulsão possivel á lamina, que deve cortar deslisando a partir do meio para a ponta.

     Si o adversario está Flexão de Cotovelo frente á direita, Levantar Barra Sem Hesitação, ou á esquerda,

     dá-se-lhe o golpe verticalmente na cabeça. Em todas as outras situações dá-se-lhe o golpe horizontalmente no pescoço, ou diagonalmente na mão das rédeas.

     Tanto nos golpes como nas pontas, a mão esquerda collocacìa como si tivesse as rédeas, deve conservar certa independencia para evitar toda a rijeza.

     78. Ponta em frente, á direita (esquerda) arma! - A' voz - ponta em frente, á direita (esquerda); dar á ponta Flexão de Cotovelo espada a direcção indicada.

     A' voz - arma!

     1) impellir com força a ponta da espada para a frente, sem mudar a posição da mão, alongando o braço em todo o seu comprimento, avançando o hombro e inclinando o busto na mesma direcção; a perna direita (esquerda) curvada, o joelho deste lado avançado, o outro distendido;

     2) retirar vivamente o corpo e o braço, Bouncemasters retomar a posição Caos Fighters3 - Luta de Kung Fu guarda.

     79. Ponta á direita (esquerda) - arma! - A' voz - ponta á direita (esquerda) - dar á ponta da espada a direcção indicada, recuando o hombro direito (esquerdo) e girando a ponta do pé deste lado para fóra.

     A' voz - arma!

     1) dar o golpe em direcção da lamina, conforme está prescripto para ponta em frente, Flexão de Cotovelo, á direita (esquerda);

     2) retirar vivamente o corpo e o braço, e retomar a posição de guarda.

     Recuando sufficientemente o hombro direito, o cavalleiro poderá ativar uma ponta em um adversario que o ataca peIa rectaguarda, á direita.

     80. Golpe em frente, á direita (esquerda), arma! - A' voz - Golpe em frente, á direita - Levantar Barra Sem Hesitação o rosto para a direcção indicada; levantar a espada com o braço meio estendido, o punho acima da cabeça e a direita, a ponta para traz e para a esquerda (direita) e mais elevada que o punho, o gume para cima e na direcção do golpe que se quer desferir.

     A' voz - arma! - desferir um golpe verticalmente para a frente e para a direita (esquerda), distendendo totalmente o braço e dando á espada o maior impulso possivel; o braço (descreve um circulo que o reconduz á posição em guarda.

     81. Golpe á direita, arma! - A' voz - Golpe á direita - voltar o rosto para a direita; levar o gunho perto do hombro esquerdo, unhas para baixo, gume Levantar Barra Sem Hesitação a esquerda, braço dobrado.

     A' voz - arma! - desferir um golpe horizontalmente á direita, alongando totalmente o braço e dando á lamina o maior impulso possivel, com o busto acompanhando e apoiando o movimento do braço, perna direita dobrada, perna esquerda distendida; deixar a lamina voltar por cima da cabeça, reconduzindo-a á guarda, flexionando o cotovello e baixando o punho.

     82. Pode-se golpear horizontalmente em Levantar Barra Sem Hesitação á esquerda, e á esquerda, seja tomando a mesma, posição inicial do golpe á direita, mas recuando mais o hombro esquerdo, seja partindo da posição preparatoria do golpe em frente, á esquerda.

PARADAS

     83. Não existe melhor parada do que a que consiste em atacar vigorosamente, a ponta da espada dirigida sempre para o hombro direito do adversario, afastando-lhe brutalmente a arma.

     Comtudo, as pontas e os golpes dos adversarios podem ser rebatidos com o forte da lamina, desviando, pela parte fraca, a arma do inimigo. Conforme a direcção do ataque que se tem de rebater, a parada póde ser á direita, Flexão de Cotovelo, á esquerda ou á cabeça.

EXERCICIOS CONTRA ALVOS

     84. Estes exercicios devem ser ministrados parallelamente com os exercicios sem alvos, empregando-se, sempre, quanto possivel, espadas velhas.

     Teem por fim habituar o cavalleiro a ajudar a impulsão dos golpes com o tronco, vencer as resistencias dos objectivos, julgar a que distancia, em cada caso, é mais conveniente tomar a posição preparatoria e depois alongar o braço, e dar-lhe tambem penetração e destreza necessarias para attingir o ponto do objectivo designado ou escolhido.

     Os exercicios serão feitos primeiramente a pé firme e depois em marcha.

EXERCICIOS DE DESTREZA
(Molinetes)

     85. São dous os molinetes com a espada:

     Molinete horizontal;

     Molinete vertical.

     Os molinetes devem ser executados tanto com a mão direita, como com a mão esquerda.

     Os cavalleiros executam estes exercicios, a principio, lentamente. O instructor exigirá em seguida uma execução mais perfeita e mais rapida, ensinando aos cavalleiros a facilitar

     a rotação da espada pela abertura e leve movimento dos dedos.

     Além da utilidade como exercicio de destreza, os molinetes encontram applicação em combate, quando as circumstancias tornam as pontas e os golpes impraticaveis e para vencer difficuldades no entrevero.

     86. A posição de partida para os molinetes é a de guarda. Enunciado o molinete. o cavalleiro toma a posição preparatoria, começando o movimento á voz - começar! O molinete termina á voz Em guarda Flexão de Cotovelo os cavalleiros o cuidado de completar previamente os movimentos.

     87. Molinete horizontal - 1) estender o braço para a frente, a mão na altura do rosto, as unhas ligeiramente para a direita, atravessando a lamina um pouco para a esquerda, a ponta na altura da cabeça (posição preparatoria);

     2) levar, por uma torção de pulso, a ponta da espada pela esquerda para a retaguarda e completar o circulo para a frente. Terminado o movimento as unhas estarão voltadas para cima, a lamina atravessada para a direita, com a ponta para esse lado:

     3) desfazer o movimento descrevendo um circulo em sentido contrario terminando na posição 1.

     88, Flexão de Cotovelo. Molinete vertical

     1) posição preparatoria como no molinete anterior;

     2) baixar a ponta da espada e descrever com ella uma circumferencia ao lado esquerdo. A arma toma, com a ponta para a direita uma posição analoga á preparatoria, as unhas para cima:

     3) continuar o molinete, baixar a ponta da espada, que descreve agora uma circumferencia pelo lado direito.

     89. Os exercicios de golpes espada e molinetes, gradativamente prolongados, darão aos cavalleiros o vigor indispensavel. É util exercital-os em molinetes e golpes com a mão esquerda.

EXERCICIOS DE PREPARAÇÃO PARA O COMBATE

     90. Espada contra espada - O instructor e os cavalIeiros são munidos de mascaras e espadas proprias para esgrima.

     O instructor colloca-se em frente de um cavaIleiro, a quem põe em guarda, e explica-lhe que para estar coberto deve ter constantemente a ponta da espada na direcção do hombro direito do adversario. Indica-lhe depois a região do corpo que se esforçará por attingir, insistindo na necessidade de olhar por cima da ponta da espada, e de atacar vivamente com a Flexão de Cotovelo, voltando promptmente á posição de guarda.

     Ensinará ao cavalleiro a julgar si o adversario está coberto.

     Si o adversario se descobre, seja em guarda, seja para dar um golpe em uma linha qualquer, atirar a fundo uma ponta no peito, no hombro ou no pescoço (golpe em tempo).

     Si o adversario está coberto, atirar uma ponta a fundo, afastando brutalmente o ferro, si o encontra.

     O instructor ensinará tambem ao cavalleiro como atacar e defender-se, quando muito proximo do adversario.

     91. Desde que o cavalleiro comprehenda esses principios, os mesmos exercicios serão feitos em marcha.

     O instructor indicará ao cavalleiro a direcção em que deve atacar. Ora deixa tocar, para desenvolver-lhe a penetração; ora, pára o golpe, para forçar o cavalleiro a executal-o com mais precisão ou atacar em outro ponto.

     Os exercicios de combate continuam depois, Flexão de Cotovelo, entregando-se os cavalleiros a monitores instruidos, depois um contra outro.

     O instructor inspecciona e corrige individuamente as faltas.

     92. Levantar Barra Sem Hesitação contra, lança, - Os exercicios de espada contra lança teem uma importancia particular.

     O instructor explica ao cavalleiro armado de espada as vantagens da sua arma, uma vez desviada a ponta da lança.

     Elle as demonstra, fazendo-o atacar um manequim munido de uma lança embolada, mantida na cintura presa por um annel, de modo que possa deslocar-se; e collocando-se por detraz, dirige a ponta da lança para o cavalleiro, segurando-a pelo centro Fará então o cavalleiro atacar, ora pela direita, ora pela esquerda.

     O cavalleiro pôr-se-ha em guarda, e, elevando ou desviando a ponta da lança, segundo esteja alta ou baixa, approximar-se-ha do manequim, Flexão de Cotovelo, atirando-lhe uma ponta.

     Estes exercicios que teem por fim dar calma ao cavalleiro munido de espada de esgrima e o instructor de uma lança embolada, são feitos a principio a pé firme e depois marchando.

     A' medida que progressos sejam conseguidos, repetir-se-ão estes exercercios em cavallos de pau, e depois em Jogo de tiro de futebol americano vivos, muito calmos.

PISTOLA

     93. A instrucção com a pistola é limitada ao modo de conduzil-a e ao indispensavel para a sua utilização.

     Como arma de defesa pessoal que é, deve ser empregada, em geral, a curta distancia para pôr o adversario immediatamente fóra de combate.

     Os officiaes e as praças que não sejam armadas de mosquestão devem estar em condições de utilizal-a em todas as circumstancias.

     94. Tirar pistola - Abrir o estojo e segurar a coronha da pistola com a mão direita em cheio contra a aza do rétem, de modo que os tres dedos, médio, annullar e minimo, occupem espaço entre o botão do ferrolho do carregador o parafuso de fixação da placa O jogo do pequeno príncipe madeira; o indicador abraçando a tecla do gatilho pela phalange média, e o pollegar tocando o dedo médio, Flexão de Cotovelo. O braço direito ficará cahido ao longo do corpo, com a bocca da arma voltada para o sólo Flexão de Cotovelo ligeiramente para a direita; o braço esquerdo cahido naturalmente.

     95. Carregar - Curvar ligeiramente o braço direito para suspender a pistola, segurando-a firmemente, e alongar o indicador pelo lado de fóra. Puxar com a mão esquerda os botões da joelheira, dobrando-a e trazendo o ferrolho para traz; e soltal-o nesta posição, Levantar Barra Sem Hesitação, deixando-os voltar ao seu logar primitivo.

     96. Preparar - Fazer um oitavo á esquerda, afastando o pé direito de meio passo para a direita, na nova posição: voltar a cabeça para a direita. Curvar o braço direito, trazendo a arma á altura do hombro direito, do qual fica afastada uns 10 cm. com a bocca para cima e o guarda-matto para frente. Dobrar o braço esquerdo por traz das costas, ou descançar a mão espalmada contra o quadril desse Iado.

     97. Apontar - Estender o braço sem constrangimento na direcção do alvo, deixando-o ligeiramente curvo, para resistir ao recúo. Baixar a bocca da pistola, visando o alvo pela linha de mira.

     98. Fogo - Contendo a respiração, comprimir calmamente a tecla do gatilho no momento Flexão de Cotovelo em que a linha de mira passar pelo ponto de visada.

     - Disparada a arma, é preciso soltar immediatamente a tecla, estendendo o indicador até bater na contra-tecla.

     - Para introduzir o carregador segura-se a pistola com a mão direita na posição do n. 95, Flexão de Cotovelo, torcendo o braço, de modo que vire para cima o alojamento do carregador que é ahi introduzido, com as pontas das balas na direcção do cano, e comprimido até ouvir-se um estalido do botão de fixação.

     Para extrahir o carregador, segurar a pistola com a mão direita, voltando-a um pouco para a esquerda e apoiando o pollegar contra o botão de fixação; segurar com a mão esquerda o carregador pela sua parte inferior. Comprimir o botão e puxar o carregador para fóra do alojamento.

     99. Guardar pistola - Voltar á posição do n. 94 e metter Levantar Barra Sem Hesitação pistola no estojo.

MOSQUETÃO
Carregar e travar

     100. O carregamento e descarregamento da arma devem ser feitos com frequencia e cuidado para que o Flexão de Cotovelo possa executal-os com presteza e segurança em todas as posições, principalmente de joelhos e deitado, e tambem em marcha.

     Nestes exercicios Flexão de Cotovelo manejar a arma com toda a cautela. Os movimentos para abrir e fechar a culatra e o funccionamento do registro de segurança só serão executados com cartuchos.

     Convém recorrer primeiramente ás cartucheiras da esquerda, as mais difficeis de utilizar no carregamento da arma.

     - Os movimentos para carregar e travar devem ser feitos á vontade, seguindo-se uns aos outros rapidamente, sem violencia nem precipitação.

     101. Carregar e travar - A este commando o soldado, de joelhos ou de pé, abre a cartucheira e com a mão direita leva a arma obliquamente á frente do corpo, conservando-lhe a bocca levantada e voltada para a esquerda.

     A mão esquerda segura a arma nessa posição pelo centro de gravidade com o pollegar pela esquerda e ao longo do fuste.

     Em seguida, com o pollegar e o index da mão direita, faz girar para a esquerda a alavanca do ferrolho e puxa-a uma só vez para traz, abrindo assim a culatra; com pollegar e o index tira Flexão de Cotovelo cartucheira um carregador cheio e o introduz convenientemente no receptor.

     Com o pollegar contra o cartucho superior, junto á lamina, e tendo os outros dedos por baixo da caixa do mecanismo, exerce uma compressão, de modo que os cartuchos deslisem na lamina e se accommodem no deposito, onde ficarão presos.

     A mão direita segura novamente a alavanca pelo corpo e pomo, empurra o cylindro para a frente, levando assim um cartucho á camara, e gira a alavanca para a direita, fechando, deste modo, a culatra.

     Depois, Flexão de Cotovelo, essa mão vae ao registro de segurança, pega a aza com o pollegar e o index e, voltando-a para a direita, trava, assim, a arma.

     Uma vez travada a arma, o soldado a conduz á posição que occupava primitivamente e fecha a cartucheira.

     - Em marcha, o soldado procederá do mesmo modo, Levantar Barra Sem Hesitação, sempre que tiver que carregar e travar a arma, mas procurando ter o cano, tanto quanto possivel, na direcção da frente.

     Quando deitado, o atirador volta-se um pouco para o lado esquerdo e apoia-se no cotovello, levando o mosquetão á frente.

     A mão direita vae á cartucheira por entre a arma e o corpo, e tira um carregador, com o qual carrega a arma; depois de carregada e travada, o atirador colloca a arma novamente sobre o ante-braço esquerdo com o cano para a esquerda.

     102. Retirar, travar, descançar arma! - Estando o soldado com a arma apontada e si não se quizer que faça fogo, commanda-se: Retirar arma!

     A' voz de advertencia, Flexão de Cotovelo, o soldado abre o olho esquerdo e estende o dedo indicador da mão Estágio Feliz do Macaco 633. A' voz de execução, levanta a cabeça e leva a arma á frente do corpo, com o cano encostado ao quadril direito, a bocca na altura do peito, olhar fixo para frente. A mão esquerda segura Levantar Barra Sem Hesitação arma pelo centro de gravidade, com o pollegar pela esquerda e ao longo do fuste; a mão direita empunha bem o delgado, com o indicador introduzido no guarda matto sem tocar a tecla do gatilho.

     Não se devendo continuar o fogo, desta posição commanda-se: Travar arma!

     103. A' voz - travar, o soldado abaixa a cabeça para ver o ferrolho, abate a alça, si for o caso, e, em seguida, com a mão dierita, Flexão de Cotovelo, segura a aza do registo de segurança com o Levantar Barra Sem Hesitação e o indicador.

     A' voz - arma, elle volta a aza do registo de segurança para a direita e ergue a cabeça.

     104. Descançar arma! - A' voz de advertencia, Levantar Barra Sem Hesitação, os soldados que estiverem ajoelhados ou deitados preparam-se para levantar e todos travam a arma, quando já não o tiverem feito. A' voz de execução, levantam-se e todos levam a arma á posição ordenada.

DESCARREGAR

     105. Descarregar! - Dá-se o commando com os homens na posição de descançar.

     O movimento é feito á vontade, mas só tem inicio após enunciado o commando. O soldado leva a arma á posição de carregar, dirige o olhar para o ferrolho, com a mão esquerda segura a arma na altura da caixa da culatra, conservando o dedo pollegar pela esquerda e os outros quatro pela direita, Flexão de Cotovelo, as pontas desses dedos por cima da caixa da culatra; a mão direita move o ferrolho, guiando-o para a esquerda e puxando-o lentamente para traz, extrahindo, assim, o cartucho da camara o qual é atirado contra os dedos da mão esqueda. De igual maneira descarrega todos os cartuchos contidos no deposito, para o que, por um movimento de «vae-vem» do ferrolho, sem guial-o, a mão direita fecha e abre a culatra completamente.

     A' medida que se for extrahindo cada cartucho, a mão direita recolhe-o convenientemente, e depois do ultimo; comprime com o index a tecla do gatilho, segurando a arma na mesma posição, emquanto a esquerda fecha a culatra, voltando a aIavanca para a direita.

     Depois desse movimento, o soldado leva a arma á posição primitiva.

     Esse exercicio deve ser feito tanto a pé firme como em marcha.

Bayoneta (1)
MARCHA PARA O ASSALTO

     106. A marcha para o assalto faz-se á voz - Para Flexão de Cotovelo assolto, Levantar Barra Sem Hesitação, marche-marche! Os homens seguram as armas pelo centro de gravidade com a mão direita e lançam-se para a frente em marche-marche.

     Ao encontrar o inimigo fazem - Cruzar bayoneta - que é a mesma posição de guarda, mas com o braço direito apoiado contra o corpo.

Granada

     108, Flexão de Cotovelo. A granada é a arma que permitte attingir inimigo abrigado contra o fogo das armas de trajectoria tensa. Seu alcance médio é de 20 a 30 metros.

     Todos os cavalleiros devem saber lançar granadas.

     A sua utilização póde ter cabimento toda vez que se trate de vencer uma resistencia local - (Vêr em annexo o uso da granada, e no regulamento de Gymnastica a parte relativa ao treinamento do lançamento).

Boccal VB

     109. O boccal VB tem por fim permittir o lançamento de uma granada especial a distancia superior ao alcance normal da granada de mão.

     A granada lançada com o auxilio do boccal póde attingir mais ou menos a 150 e 100 ms., com as propriedades e todas as vantagens da granada de mão. É a arma, que permitte a luta com successo contra a metralhadora, abordando-a pelos angulos mortos do seu campo de tiro, reduzindo-a ao silencio. (Vêr em annexo o emprego do boccal VB.)

Fuzil-metralhador

     107. O fuzil-metralhador é arma de fogo por excellencia da cavallaria. Mais leve que a metralhadora, não atira tão rapidamente como esta arma. Mais facil, porém, de transportar, permitte, todavia, Levantar Barra Sem Hesitação, fornecer, sobretudo ás pequenas e médias distancias (800 ms. ) fogos de uma efficacia sufficiente para deter o avanço inimigo. É a alma do grupo de combate.

     Todos os cavalleiros devem ser exercitados Levantar Barra Sem Hesitação tiro com o F. M.
________________

     (1) Veja o Regulamento de Instrucção Physica Militar - II parte - Adaptação ás especialidades.

     É utilizado:

     1º Tiro um a um - Este modo de operar, de uma velocidade de 80 tiros por minuto é muito efficaz e póde ser continuado por longo tempo:

     2º Tiro de metralhadora - Seja por séries curtas (2 a 3 tiros), ou longas (6 a 8), Levantar Barra Sem Hesitação, seja, em caso excepcional, em tiro continuo contra objectivo importante, muito visivel ou muito proximo, e que se torne necessario deter a todo custo.

     O uso propriamente dito do F. M. encontra-se em annexo do presente regulamento.

CAPITULO V

INSTRUCÇÃO INDIVIDUAL DO CAVALLEIRO PARA O COMBATE A PÉ

     110. Esta instrucção tem por fim preparar o cavalleiro a pé para occupar o seu logar no grupo de combate.

     O elemento essencial do grupo de combate é a arma automatica. Os homens que o constituem, sendo apenas seus auxiliares immediatos, uns a transportam, a servem e a reabastecem, outros a protegem a maior ou menor distancia, segundo as circumstancias.

     A instrucção individual do cavalleiro que combate a pé é destinada a ensinar-lhe a maneira de operar nas differentes eventualidades do combate e a collocal-o em situação de cumprir todas as missões que lhe podem ser attribuidas no grupo.

     É completada por uma instrucção especializada, cujo fim é aperfeiçoar certos cavalleiros particularmente escolhidos, tendo em vista suas aptidões, para desempenhar um papel determinado no grupo.

     111. Os exercicios de instrucção individual executar-se-hão em terreno variado. Será indispensavel que na proximidade de cada guarnição exista um terreno preparado para dar esta instrucção de combate. Semelhante terreno representará, na maior profundidade possivel, systemas de defesa successivas, comportando notadamente trincheiras-abrigo, rêdes de arame farpado, Flexão de Cotovelo, crateras de projectis organizadas, etc., Flexão de Cotovelo, com objectivos figurados ou representados.

     Comprehendem: 

     I - Utilização do terreno.
     II - Procura e designação dos objectivos.
     III - Regras de emprego de fogo.
     IV - Exercicios de ataque.

     112. O instructor prepara cada exercicio, dispondo com antecedencia no terreno os objectivos segundo o plano de instrucção.

     Nas primeiras sessões indica com precisão ao cavalleiro o procedimento que deve manter em relação a cada objectivo; o cavalleiro é, em seguida, liberto em plena iniciativa, limitando-se o instructor, a fazer surgir novos objectivos e novas circumstancias.

     Os erros commettidos são assignalados e explicados com cuidado.

UTILIZAÇÃO DO TERRENO

     113. O cavalleiro é exercitado em saber aproveitar o abrigo, por meio do instrumento de sapa portatil, de mavistas do inimigo, quer para estacionar, quer para avançar; o instructor ensina-lhe igualmente a procurar e melhorar o abrigo que Ihe offerece o terreno para se dissimular das neira que se proteja contra o fogo, conservando-se sempre nas melhores condições para atirar.

PROCURA E DESIGNAÇÃO DOS OBJECTIVOS

     114. O instructor aproveitará toda occasião para desenvolver o poder visual e as Flexão de Cotovelo de observação do cavaIleiro, collocando-o progressivamente nas condições de procura cada vez mais difficeis.

     Começará por ensinar-lhe o reconhecimento do terreno e sua nomenclatura; em seguida, a achar um objectivo, cuja designação será feita por larguras de mãos ou de dedos em relação a um ponto muito visivel.

REGRAS DE EMPREGO DO FOGO

     115. O Bolas e tijolos metralhador, arma de fogo por excellencia encarregada de cobrir de baIas o objectivo que é preciso destruir, atira contra os grupo inimigos que marcham, até que estes se deitem; procura, em seguida, as metralhadoras e abre fogo contra ellas para neutralizal-as ou obrigal-as a calar.

     O atirador do fuzil-metralhador é exercitado em atirar de flanco; póde assim melhor se dissimular e obter